terça-feira, 20 de novembro de 2012
Dança de Salão X Aprendizagem
Aprender
é algo que o cérebro faz a vida toda, conforme nossas experiências que deixam
suas marcas em nossos neurônios e suas conexões. O que funciona, e é usado,
fica; o que não serve vai sendo descartado, cedendo lugar para outras
informações. Se você estiver precisando se convencer de que continua capaz de aprender,
e ainda quiser se divertir, suar a camisa e fazer amigos uma sugestão: experimente
fazer aulas de... dança de salão!
Lições
de dança são um ótimo exemplo de como o aprendizado, de modo geral, acontece, e
dos fatores que o influenciam. Para começar: nada de aprender uma coreografia
complexa de uma vez só. Os professores sabem há tempos que o cérebro assimila
novos programas motores aos poucos, então ensinam os passos em etapas. O córtex
motor elabora a nova sequência de movimentos, até então nunca usada, ordena sua
execução e começa a ajustá-la, de acordo com erros e acertos, com a ajuda dos
núcleos da base. Cada movimento fica mais fluido conforme o cerebelo, através
de tentativa e erro, vai ajustando os movimentos adequados, antes mesmo que
eles sejam executados.
Mas,
para a dança de salão, não basta aprender os passos; é preciso aprender os
sinais associados a cada um, os pequenos gestos com que o cavalheiro conduz sua
dama, indicando-lhe, sem falar, qual será o passo seguinte. Tudo isso requer
repetição, mas prestar atenção é fundamental. Por definição, já que nossa atenção
é limitada a uma coisa de cada vez, tem sempre mais eventos ocorrendo do que
nosso cérebro consegue dar conta – e a atenção é o filtro que serve como porta
de entrada para a memória. Sem prestar atenção no professor ou no parceiro,
nada feito. O que é ótimo: como é preciso concentrar esforços sobre as próprias
pernas, os problemas do mundo ficam... lá fora.
Depois
de aprender os sinais e polir cada sequência de movimentos, é hora de
coordená-las em um programa motor completo, que cuida da execução fluida de
combinações de passos diferenciados – no ritmo da música, de preferência, se
seu cerebelo ajudar. E haja cerebelo para manter o prumo com tantos rodopios!
Motivação também é fundamental. Afinal, para ter a prática que leva à
perfeição, ou pelo menos ao bom desempenho, é preciso ter vontade: é preciso
querer estar ali. Experimentar um pouco de tudo nos dá oportunidade para
descobrir do que gostamos, mas poder escolher investir no que se realmente
gosta é fundamental.
Com
a prática, chega-se ao ponto tão desejado onde a execução dos programas motores
aprendidos se torna automática, liberando o córtex cerebral para outros
assuntos, como conversar com o parceiro ou até cantarolar a música. É aqui que
dançar deixa de ser esforço e vir a prazer puro: sequências de movimentos
executados sem precisar de supervisão cortical, simplesmente em resposta aos
movimentos do outro. Seu cérebro aprendeu a dançar!
Dança
de salão é tudo de bom. Academias são lugares alegres, cheios de jovens e
idosos, todos dispostos a aprender coisas novas – e ainda oferecem um exercício
completo para corpo e cérebro. Dançando, é possível suar, dar um fim a toda
tensão muscular acumulada durante o dia, e manter saudável a resposta do
cérebro ao estresse. Dançar ainda treina a memória, com o aprendizado de passos
e nomes novos; exercita suas habilidades sociais, necessárias para interagir de
modo cortês com pessoas desconhecidas e fazer novos amigos, e ativa o sistema
de recompensa, o que garante boas horas de prazer e diversão.
Fonte:
Mente e Cérebro
Como lidar com colegas arrogantes?
A
arrogância vem do orgulho exacerbado, que é observada por meio da altivez no
trato com as pessoas. Normalmente o olhar e o tom de voz denunciam a
arrogância. Já o prepotente é aquele que se utiliza do poder para se sobressair
ou para fazer valer a sua vontade.
Mas
tanto a arrogância quanto a prepotência podem ter a mesma origem: baixa estima.
A autoestima é formada pela autoconsciência (conhecimento de si mesmo),
autoconfiança, autorrespeito e amor próprio.
Todos
nós temos uma imagem real (o que realmente somos) e uma imagem idealizada (o
que gostaríamos de ser). A pessoa orgulhosa demais acaba se apegando na imagem
que ela "gostaria de ser" e não na que "realmente é".
Talvez porque o que ela realmente é seja algo ruim para ela. Algumas
experiências passadas podem ter deixado marcas negativas em sua autoestima, de
modo que ela duvida de si mesma, de seu potencial, de sua inteligência e de sua
beleza.
A
baixa estima causa sentimentos de menos valia, rejeição, tristeza e angústia, e
como é muito ruim lidar com tudo isso, por uma defesa inconsciente, a pessoa se
apega à imagem que ela gostaria de ser - alguém melhor, mais sábio e mais
inteligente. A arrogância afasta as pessoas, mas para quem tem baixa estima,
esse distanciamento é considerado positivo porque traz a ilusão de que, à
distância, as pessoas não verão o que ela tanto esconde: ela mesma.
O
medo explica a forma rude que, muitas vezes, o arrogante trata as pessoas. O
arrogante só está tentando se defender das próprias fantasias inconscientes e,
em muitos casos, a melhor defesa é o ataque. Ao atacar ele só quer se
certificar de que as pessoas realmente se manterão à distância, evitando assim
o "desmascaramento".
Não
é à toa que a arrogância, vem acompanhada da prepotência, porque o inseguro
precisa muito se proteger. Aliás, ele passa a maior parte do tempo pensando em
como proteger a imagem criada, a manter as pessoas à distância de forma a não
ser desmascarado, e confirmar seu poder impondo que as pessoas façam as suas
vontades. O poder, nesses casos, é um grande aliado. E, num momento de defesa,
"por que não usar o poder?" – pergunta-se o arrogante temeroso.
A
dificuldade de lidar com o arrogante ocorre porque ele atinge o nosso próprio
orgulho. Sim, só se sente ofendido quem também é orgulhoso, e o orgulhoso é
mais propenso ao sentimento de orgulho ferido, é mais melindrado, fica mais
chateado, e com mais raiva, do que aquele que possui autoestima equilibrada.
Por
isso, seguem algumas dicas para lidar com pessoas arrogantes no trabalho:
1.
Mostre que você está lá para ajudá-lo e não para competir;
2.
Conquiste a confiança e dê feedbacks sempre que possível: lembre-se que
feedback deve ser dado da seguinte forma:
Coloque
os pontos positivos
Informe,
baseado em fatos observáveis, o comportamento que a pessoa teve e as
consequências do mesmo, por exemplo, "o fato de ter chamado a nossa equipe
de incompetente durante a reunião, gerou insatisfação geral e isso teve um
impacto negativo no nosso rendimento".
3.
Observe a si mesmo e suas reações. Se você se sente ofendido com frequência,
perceba se você também não está sendo vítima de seu próprio orgulho. A pessoa
com autoestima não se ofende com facilidade porque reconhece seu próprio valor
e não toma agressões como sendo pessoais.
Após
saber lidar com o arrogante, vale algumas dicas para não cair na armadilha da
arrogância:
1.
Desenvolva a autoconsciência: quanto mais a pessoa se conhece melhor é o ajuste
entre a "imagem que gostaria de ser" e "o que você realmente
é".
2.
Desenvolva a autoconfiança: a confiança em si mesmo é desenvolvida pela
coerência entre o que se pensa e fala sobre si mesmo e o que realmente se faz.
Por exemplo, se ser uma pessoa determinada é algo positivo, você deve conseguir
enxergar no dia a dia comportamentos que mostrem que você realmente é uma
pessoa determinada.
3.
Desenvolva o autorrespeito: conhecer as limitações é importante para saber até
onde você aguenta determinada situação e se resguardar de um desgaste maior.
Também é importante valorizar e respeitar aspectos positivos de si mesmo.
4.
Ame a si mesmo: quem não tem amor por si mesmo, dificilmente terá amor para com
o outro. Quem cobra muito de si, irá cobrar muito do outro. Aprenda a perdoar a
si mesmo, pois assim será mais fácil tolerar e perdoar as dificuldades alheias.
Meiry
Kamia - Palestrante, psicóloga, mestre em Administração de Empresas, consultora
organizacional.
Fonte:
Portal de Administração, Psicóloga Meiry Kamia
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
5 Atributos
Carlos Castañeda no seu livro Fogo Interior, define os
cinco atributos de um guerreiro descritos abaixo.
O uso desses cinco pontos pode é útil na hora do convívio
com outras pessoas:
1- Controle: Autoconhecimento, Respeitar seus limites,
Aceitar a realidade antes de tentar negá-la ou mudá-la.
2- Disciplina: Focar no “Agora”= Saber viver no agora e
se organizar para que sua atenção se mantenha na solução ao invés de perdida
nos pensamentos passados ou que ainda estão por vir ou mesmo nos problemas e
aborrecimentos.
3- Paciência: Começando com você mesmo e expandindo aos
demais. As coisas tem um tempo para acontecerem, tanto mudanças internas quanto
externas. Aceite e respeite esse tempo.
4- Oportunidade: saber aproveitar as oportunidades de
contato com as pessoas e usa-las da melhor maneira possível. Estar atento nos
ajuda a enxergar o óbvio.
5- Vontade: Querer aprender, se misturar e se achar no
contato com o outro. Usar essa energia que temos para poder seguir em frente!
As vezes só sendo guerreiros mesmo!
Para refletir...
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
A 1ª Entrevista de Emprego!
Algumas sugestões e reflexões para a moçada que está pensando em entrar no mercado de trabalho...
Antes
e durante a primeira entrevista de emprego, é comum que o jovem profissional
fique nervoso e ansioso. No entanto, estas sensações são normais e podem ser
controladas se forem observadas algumas sugestões.
A
aflição do momento pode ser dominada com uma preparação adequada.: estudar bem
a empresa, analisar os projetos, produtos e serviços, imaginar como você poderá
ajudá-la através de seus talentos e características.
Visualizar
antecipadamente a entrevista também auxilia: Por alguns momentos, feche seus
olhos e veja a imagem da entrevista, aquilo que seria o ideal, com você calmo,
falando com firmeza, interagindo. Essa estratégia é poderosa e ajuda a
acostumar seu cérebro para o que está por vir!
O que pode comprometer
uma entrevista?
q
Tensão
em excesso
q
Ansiedade
q
Dúvidas
em como se comportar e sobre a empresa/ perfil da vaga
q
Medo
de encarar o “desconhecido”
Dicas Valiosas:
1-Preparação:
q
Conheça
a Empresa (produtos, serviços,etc) e o perfil da vaga
q
Pense
a seu respeito
q
Pesquise
o itinerário, organize-se
q
Imprima
o CV
q
Cuide
de sua apresentação pessoal = Vestuário, asseio, acessórios, vocabulário...
Cuidado!
q
Excesso
de perfumes e muitas cores nas roupas
q
Jeans
desbotadas, rasgada, calça muito apertada, aparecendo o “cofrinho”, barriga,
cueca, etc...use de preferência em tons escuros ou preto.
q
Acessórios
grandes
q
Cabelos
limpos e arrumados, unhas limpas
q
Sapatos
limpos
q
Camisa
ou blusa em tons neutros: branco, preto, cinza, marrom, azul marinho
q
Moletom
e Decotes nem pensar!
q
Evite
camisas de Times, bandas, etc.
2-Atenção
ao Comportamento:
q Atitude
educada e receptiva sem exageros
q Aperto de
mão deve vir do entrevistador, caso aconteça aperte firme
q Olhe nos
olhos do entrevistador e evite balançar pernas, bater com os dedos na mesa,
mexer o tempo todo no cabelo, etc
q Não coloque
suas coisas na mesa do entrevistador
q Não tenha
vergonha de perguntar!
q Não mastigue
chiclete, não fume e não atenda celular...aliás deixe-o desligado ou no
silencioso!
q Evitar
gírias e mentir a respeito de suas aptidões e/ou experiências profissionais
Perguntas
mais frequentes nas entrevistas:
q Fale sobre você...
q Quais são seus objetivos a médio e
curto prazo?
q O que o levou a enviar CV para essa
empresa?
q Qual a decisão ou escolha mais difícil
pra você até hoje?
q Quais são seus objetivos no trabalho?
q Por que devemos selecionar você?
q O que faz no seu tempo livre?
q Quais são suas melhores qualidades?
q E seus pontos negativos?
Erros Mais Comuns:
q Chegar atrasado
q Roupas inadequadas
q Inventar ou mentir atributos
profissionais
q Vocabulário inadequado (gírias,
palavrões, intimidades com o entrevistador...)
q Humor desnecessário
q Desconhecer a Empresa e a vaga/setor
q Arrogância ou desinteresse
Reflexões:
“ A
transparência (sinceridade) tranquiliza, pois há domínio da informação
transmitida”
“Pequenas
distrações ao OUVIR= grandes frustrações ao RESPONDER!”
Dúvidas?
Mande seu comentário ou e mail para:
contatopsicodesenvolv@gmail.com
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Saiba as 14 coisas que você precisa fazer no horário do almoço
Presenciando amigos, colaboradores e principalmente alguns
gestores em seus horários de almoço sempre me incomodou a maneira pela qual os
mesmos lidam com essa etapa do dia, muitas vezes tive a impressão de não estar em
um restaurante ou refeitório mas sim no posto de trabalho dos mesmos, como se
nem a refeição, muito menos as outras pessoas estivessem de fato presentes para
aquela pessoa, tamanha a quantidade de telefonemas e monitoramento de e mails
atendidos e feitos... Sabendo e entendendo que há momentos de crise, dias mais
complicados, respostas que precisam ser dadas, entendo também que é de nossa
responsabilidade ao menos tentarmos programar nosso tempo, e o horário das
refeições é um deles...Segue um excelente apanhado de opiniões e sugestões a
respeito:
Seus afazeres podem variar de acordo com seu ritmo, carreira
ou necessidades pessoais, mas veja o que você não pode deixar de fazer neste
horário.
Para alguns, um dos momentos mais esperados durante o
horário do expediente é o horário do almoço. A pausa para comer é um bom
momento para papear com os colegas, descansar de seus afazeres ou até
aproveitar o tempo para fazer compras ou pagar contas.
Mas muitos, em vez de aproveitarem o momento para
descansarem e se desligarem das cobranças e prazos, utilizam essa hora para
adiantar suas atividades, comendo lanches ou saladas com os olhos colados no
computador ou então até vai comer em um restaurante, mas não desgruda do
celular.
Mas será que esse tempo encurtou? Para o psicólogo
organizacional, Michael Woodward, a sociedade está obcecada pelo trabalho e
acabam perdendo a noção de fazer uma pausa. “Assim como os atletas, todo nós
precisamos de calorias para nossas mentes funcionarem melhor. Ter um tempo para
recarregar as energias também”.
Outra especialista no assunto, a autora de “Tame Your
Terrible Office Tyrant”, Lyann Taylor diz que um profissional deve ser tão
estratégico na hora do almoço quanto no começo ou no término de seu dia. Pois
esse momento é uma pausa, no qual você precisa reabastecer e reenergizar para
continuar seu trabalho sem se sentir cansado até o final da jornada.
“Está comprovado que se você ter um intervalo entre seus
afazeres, de modo que consiga organizar sua agenda em torno dos seus picos de
energia, tornará seu dia de trabalho muito mais produtivo”, aponta a autora de
“Blind Spots: the 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New
Path to Success”, Alexandra Levit.
O que você faz durante esse horário pode variar de acordo
com seu ambiente corporativo, carreira ou necessidades pessoais, mas a Forbes
publicou 14 coisas que você não pode deixar de fazer na hora do almoço, confira
as dicas:
Planeje:
“Não pense que só porque é almoço que seu tempo seja livre”,
adverte Taylor. O tempo não é um recurso renovável, por isso, tente planejar
antes como aproveitará esse horário.
Você também deve planejar suas atividades após o almoço,
sugere o especialista de carreira, Michael Kerr. “Pensar como você irá
priorizar e agendar eventos no período da tarde pode maximizar sua
produtividade. Por exemplo, agendar uma reunião ou conferência logo após o
almoço causará estresse durante este tempo ou você pode acabar diminuindo o
horário para adiantar as pautas da reunião”.
Faça uma pausa real:
Fazer uma pausa do trabalho por 60 segundos comendo na
frente do computador não vale. “Faça um descanso verdadeiro, o tempo tem de
envolver uma quebra real de trabalho”, sugere Levit. Tente não acessar seus
e-mails, falar do trabalho durante o almoço ou levar junto suas atividades.
Saia de onde estiver:
“Continuar em sua mesa na hora do almoço é um erro, mesmo
que desligue o computador. Há relatórios e outros afazeres que irão te lembrar
das suas obrigações. Então, se tiver de comer na empresa, se levante de onde
estiver e vá comer em outro lugar, nem que seja para a mesa de um colega”,
afirma Kerr.
Coma:
Não tente fazer aquelas dietas malucas e passar fome na hora
do almoço. “Você vai pagar por isso mais tarde, quando não conseguir se
concentrar, ter vertigens ou ganhar uma dor de cabeça”, diz Taylor.
Aprecie sua comida:
Almoço deve ser aproveitado. “Prepare-se para algo que você
goste e que se encaixe na sua dieta”, acrescenta Woodward. “Se você tem um
restaurante favorito ou um alimento de preferência lembre-se de procurá-lo pelo
menos uma vez por semana”.
Muitos profissionais utilizam a hora do almoço para adiantar
alguns afazeres pessoais, como ir ao banco ou comprar determinado remédio. As
vezes, isso é inevitável, mas Taylor alerta sobre o cuidado de fazer essas
tarefas com frequência. “Veja se elas podem ser feitas antes ou depois do
trabalho, ou mesmo nos fins de semana. Se sempre utilizar esse tempo para pagar
contas em filas intermináveis de bancos você só irá trocar um estresse por
outro”.
Conheça pessoas novas:
Interações no trabalho podem ser tão pequenas que um
profissional pode passar anos para realmente conhecer um colega de empresa.
“Quando você não conhece outros profisionais se torna fácil desumanizá-los.
Tire o tempo do almoço para sair do escritório e conhecer melhor aqueles que te
cercam todos os dias”, sugeriu Woodward.
Encontre-se com os amigos:
Se você tem algum amigo que trabalhe ou more próximo ao seu
trabalho, convide-o para um almoço ocasional. Woodward lembra que sua vida
pessoal tem necessidades iguais a sua vida profissional, por isso, não deixe de
utilizar seu tempo livre para fazer o que gosta.Sua pausa do meio-dia é uma boa
oportunidade de recuperar seu “social”, mas não perca a noção do tempo e não
trate o momento como um happy hour.
Faça os outros saberem lidar com sua ausência (não é o
máximo?):
Nada mais chato do que estar pronto para almoçar e alguém
vem com algum problema para você resolver. Nesse caso, você precisa pensar em
estratégias para seus colegas ou chefes saberem o que fazer quando você estiver
no horário de almoço. Isso ajudará não apenas para acalmar os ânimos daqueles
colegas desesperados, mas também fará você aproveitar melhor o seu tempo
ausente.
Envolva-se em atividades que recarreguem sua bateria:
Naqueles dias em que o estresse está batendo à sua porta
desde cedo, utilize o almoço para fazer um passeio, visitar um ginásio ou mesmo
meditar. Faça algo que você se sinta bem e que não te lembre os problemas
deixados na empresa.
Networking:
Por mais que você esteja em um bom emprego, sempre é bom
investir em sua rede de contatos profissionais. Se você não tem tempo de fazer
isso em casa, por que não usar seu almoço para fortalecer esses laços?
“Estrategicamente, o almoço é um momento excelente para construir
relacionamentos e contatos com um simples convite para um restaurante”,
acrescenta a executiva coaching de
carreira, Anita Attridge.
Não se prenda à rotina:
Hábitos fazem parte da existência humana. Talvez você vá ao
mesmo restaurante todos os dias, come com os mesmos colegas ou você sempre use
o horário de almoço para adiantar funções ou resolver problemas pessoais. Tente
misturar as coisas, alterne e conheça novos lugares e rotinas.
Evite as tecnologias:
Tente ficar longe de seu IPhone, IPad, Blackberry ou o
computador. “Dê aos seus olhos uma pausa”, afirma Taylor. A maioria dos
profissionais que trabalha em escritórios utilizam o computador com frequência,
então tente no horário do almoço descansar de outras tecnologias que, assim
como computador do trabalho, cansam seus olhos e podem causar dor de cabeça ao
final do dia.
Não exagere no curto ou prolongado tempo:
Se você tiver uma hora de almoço, aproveite seus 60 minutos.
Talvez você possa não ter isso todos os dias, mas quando você puder aproveite
da melhor forma. No entanto, se todos os outros no escritório fazem intervalos
mais curtos, preste atenção para você não exagerar.
“Não faça almoços prolongados com frequência, pois as
pessoas vão começar a perceber e comentar. Também não pressione seus colegas a
aderirem sua programação planejada, pois não se esqueça que você está lá para
trabalhar também”, alerta Levit.
E aí...vamos almoçar?
( fonte: www.administradores.com.br)
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
O PODER DO SILÊNCIO
Índios não tem medo do Silêncio
Nós os índios, conhecemos o silêncio, não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.
"Observa, escuta, e logo atua", nos diziam.
Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes; observa os anciãos para ver como se comportam;
observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás.
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos e pretos, é o contrário.
Vocês aprendem falando.
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola, em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes e chamam isso de "resolver um problema".
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos.
Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir, em sequer permitem que o outro termine uma frase.
Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido.
Se começas a falar, eu não vou te interromper.
Te escutarei, mas talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo, mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.
Terás dito o que preciso saber.
Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveriam pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas, muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.
"Observa, escuta, e logo atua", nos diziam.
Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes; observa os anciãos para ver como se comportam;
observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás.
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos e pretos, é o contrário.
Vocês aprendem falando.
Dão prêmios às crianças que falam mais na escola, em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes e chamam isso de "resolver um problema".
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos.
Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir, em sequer permitem que o outro termine uma frase.
Sempre interrompem.
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido.
Se começas a falar, eu não vou te interromper.
Te escutarei, mas talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo, mas não vou interromper-te.
Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.
Terás dito o que preciso saber.
Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveriam pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas, muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio.
(Texto Xamã)
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